quarta-feira, 13 de junho de 2012

Dia dos Namorados


O importante da data é comemorar com muito romantismo
O importante da data é comemorar com muito romantismo


dia dos namorados é uma data especial.
Seu surgimento foi em homenagem aos deuses Juno e Lupercus, conhecidos como os protetores dos casais. No dia 15 de fevereiro, faziam uma festa a estes, agradecendo a fertilidade da terra, os rapazes colocavam nomes de moças em papeizinhos para serem sorteados. O papel retirado seria o nome de sua esposa.
Como muitos casais apaixonados eram impedidos por suas famílias de casarem-se, um padre de nome Valentino passou a realizar matrimônios às escondidas, quando os casais fugiam, para que não ficassem sem receber as bênçãos de Deus.
Com isso, o dia 14 de fevereiro passou a ser considerado o dia de São Valentin (Valentine’s Day), em homenagem ao padre, sendo comemorado nos Estados Unidos e na Europa como o dia dos namorados.
A divulgação da data no Brasil foi feita pelo empresário João Dória, que havia chegado do exterior. Representantes do comércio acharam uma ótima ideia para aquecer as vendas e escolheram o dia 12 de junho para ser o dia dos namorados em nosso país. A data foi escolhida às vésperas do dia de santo Antônio, o santo casamenteiro.
As pessoas apaixonadas costumam presentear seus namorados ou cônjuges, a fim de mostrar todo o amor que sentem.
Nessa data, os casais saem para trocar presentes e comemorar, com um jantar romântico, a paixão que sentem um pelo outro, a afetividade e o amor, como forma de agradecer o companheirismo e a dedicação entre ambos.
Mas existem várias formas de comemorar o dia dos namorados. Mandar flores, cestas de café da manhã, uma cesta de happy hour para degustarem juntos, mensagens por telefone, serenatas, fazer uma pequena viagem, passar um dia em uma casa de relaxamento (SPA), dentre outras.
O importante é usar a criatividade e o romantismo!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Exemplo de Crônica

 Uma crônica em mim.

Tenho uma crônica dentro de mim. Uma crônica que trago comigo há muito tempo, mas não sabia como era e nem ela sabia que estava em mim.
Eu queria essa crônica. Queria que ela viesse com pompa e elegância, viesse em grande estilo. Páginas e páginas escritas. Daquelas que eu não me visse escrevendo, que me levasse a um nirvana inspiracional.
Mas a crônica, que eu sabia que estava comigo, tanto se escondeu, tanto não quis vir que deixei. Ela ficou pra lá, eu fiquei aqui cuidando da vida, vendo TV, lendo, conversando com os amigos, bebendo, escrevendo... Foi quando eu resolvi escrever alguma coisa que ela saiu sorrateira de dentro de mim, foi pro papel onde se acomodou incógnita saindo furtiva das minhas idéias quando eu relaxei dela.
Não era a crônica que eu esperava nem a epopéia que eu queria. Mas era a crônica que estava dentro de mim e me incomodava. Talvez haja outra, pois sinto algo acontecendo. Se for a que quero, perfeito. Se não... Paciência.

Francisco Libânio,

Crônica

Na literatura e no jornalismo, uma  crônica é uma narração curta, produzida essencialmente para ser veiculada na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas páginas de um jornal. Possui assim uma finalidade utilitária e pré-determinada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando-se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o lêem.